's Profile |
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| Age: | 101 years old |
| Sex: | Female |
| Location: | São Paulo |
| Country: | |
| Last Login: | Jun 7, 2009 (185 days back) |
About Me |
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| ... The name is from Greece and when the spanish colonizers came, they called me The Country of the Amazons. Today I am Amazon Rainforest, the biggest tropical forest in the world. My ecosystems are distributed in 23 states such as Acre, Amapá, Amazônia, Pará. Rondônia, Roraima, Maranhão, Tocantis and Mato Grosso (cerrado, caatinga and pantanal). My watersheds comprehend a 7 million km² and with these proportions I’m part of many countries of South America, like Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Bolívia and Brasil. My substantial vein is Amazon River that starts in mountain range Andes and its mouth is on the Atlantic Ocean. In rain periods, which stars at January and goes to June/July, the amount of water of the river and his creeks almost are tripled. In dry periods 110.000 km² of my lands are underwater and at the rain periods this area is over 350.000 km². The Amazon River, on his largest part in the dry periods, is 11 km extense. That number turns into 45 km in rain periods. Most part of my trees are very height so the light barely reaches the ground, therefore the low vegetation is very scarce and the animals that live in the ground to. Therefore, my fauna is mostly birds, primates, sloths and marsupials. The animals that live on the ground are usually small. My land isn’t appropriate to plantation cause there is fewness of nutrients, but there is balance between the fauna and the flora, everything is well used. There still are many animals unknown in my forest, and discoveries not done. In the 60’s the brasilian government motivated the plantation and livestock in Amazon ground. Huge areas were deforested to build “Transamazonica”, a highway to transport soy, bean and others. Landowners kicked out and killed natives. They took everything they could from my natural resource. The undue appropriation continues. Starts with lumbermen, which open up clandestine roads, fallowed by farmers and cattle breeders. The trees that are cut usually are not replaced and when there are no more trees they just leave to other bit of the forest, and that goes on and on. I’m a human resource, and I’m administered by people that don’t understand my fragility. I want to continue to protect everyone who needs me. As I said before, there are many secrets that I keep about animals never seen and plants never found. I know I can and will help future generations. Is it possible adapt with the loss of Amazon ? The answer is 50-50. The possible manifestations of life are imprecise and unpredictable yet. However, we must try to “act with intelligence and wisdom”.************************************************** ********* Meu nome vem da mitologia Grega, onde belas guerreiras nuas chamadas de "amazonas” viviam em uma tribo onde homens eram admitidos somente para o acasalamento e crianças de sexo masculino eram descartadas. Diz à lenda que elas amputavam os seios para melhor manejar seus arcos. Quando conquistadores espanhóis, pioneiros na exploração dos meus rios, ao se depararem com as nativas que aqui viviam, acreditaram terem finalmente encontrado essa tribo. Um dos primeiros erros cometidos, pois sou pacífica e muito harmoniosa. A idéia permaneceu e em 1899 o Barão Santa Anna Néri chamou-me definitivamente de "O País das Amazonas", e como contestar? Hoje sou a Amazônia, classificada como floresta de vegetação pluvial, campinarana (muitas árvores), refúgios montanos, savanas, mata de terra firme, várzea e igapós já que minhas dimensões são um tanto quanto volumosas. Meus ecossistemas estão distribuídos em 23 eco-regiões, abrangendo os estados do ACRE, AMAPA, AMAZONAS, PARÁ, RONDÔNIA, RORAIMA e pequena parte do MARANHÃO, TOCANTINS e MATO GROSSO (cerrado, (caatinga e pantanal). Minha bacia abrange uma área de 7 milhões de km² e dada a tantas proporções faço parte de vários países da América do Sul,como o Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Bolívia e Brasil. Minha veia principal é o Rio Amazonas que nasce na Cordilheira dos Andes - Lago Lauri ou Lauricocha, no Peru e deságua no Oceano Atlântico,junto à Ilha do Marajó, no Brasil. Por passar em tantos lugares recebe os nomes de Tunguragua, Maranón, Apurimac, Ücayali, Solimões e Amazonas. Uma grande parte dele é de selva tropical e em épocas de chuvas que vão de janeiro a junho/julho a quantidade de água do rio e seus afluentes praticamente triplicam. Nas épocas de seca 110.000 km² de minhas terras fica submersa e na estação das chuvas essa área chega a ser de 350.000 km². O Rio Amazonas no seu ponto mais largo atinge na época seca 11 km de largura, que se transformam em 45 km na estação das chuvas. Como a maior parte de minhas árvores são de copas muito altas, a luz tem dificuldade para entrar e por isso a vegetação rasteira é muito escassa e os animais que habitam meu solo também, fazendo com que a maior parte de minha fauna ser composta de animais que habitam as copas das árvores entre 30 e 50 metros, e todos em terra, árvores e ar são de pequeno tamanho. Entre mamíferos são encontrados morcegos, roedores, macacos, onças e marsupiais. Meu solo não foi feito para plantio, pois existe uma escassez de nutrientes, mas existe equilíbrio entre a fauna e a flora, tudo é muito bem aproveitamento. Um exemplo claro disso está na distribuição acentuada de micorrizas pelo solo, que garantem às raízes uma absorção rápida dos nutrientes que escorrem a partir da floresta, com as chuvas. Também formam-se no solo uma camada de decomposição das folhas,galhos e animais mortos que rapidamente são convertidos em nutrientes e aproveitados. A diversidade de espécies, porém, e a dificuldade de acesso às altas copas, faz com que grande parte da fauna ainda seja desconhecida. Os anestésicos injetáveis foram possíveis graças à descoberta de uma das plantas utilizadas pelos nativos em suas caçadas que é o Curare. Assim ainda guardo muitos segredos. Na década de 60 o governo brasileiro incentivou a chamada “colonização da Amazônia” para a agricultura e pecuária, iniciando assim a derrubada de várias árvores para a construção da “Transamazônica”, estrada para poder transportar a soja,feijão e outros alimentos que aqui queriam plantar. Essa estrada que tantos transtornos trouxeram acaba hoje no nada, e mesmo assim deixou uma herança cruel que carrego até hoje. Latifundiários que se estabeleceram expulsando e matando nativos e seringueiros da chamada era da borracha. Começou então meu esgotamento dos recursos naturais, destruídos desnecessariamente. Ainda persiste a apropriação indevida de terras, chegando primeiro os madeireiros, que abrem estradas clandestinas, seguidas de fazendeiros e pecuaristas. As árvores retiradas pela grande maioria não são repostas e assim quando ela se esgota vão a busca de outra região e seguem invadindo num ciclo cruel. Geralmente essas pessoas, que não têm visão de futuro pelo imediatismo selvagem, mantém uma espécie de ajuda mútua. Outros ainda ateiam fogo ao pouco deixado e sobre as cinzas, plantam capim para criar gado. O objetivo maior aqui é tentar mostrar um pouco da minha exuberante beleza, bondade e passividade. Quero continuar a dar abrigo a todos que necessitam de mim. Como disse ainda guardo muitos segredos sobre alguns animais que ainda não foram vistos e diversas plantas que nem foram encontradas. Sei que poderei ajudar as gerações futuras. Inevitavelmente acredito que algumas espécies sucumbam pelo desinteresse e negligência de alguns seres,mas as mudanças começam sempre com um número reduzido de pessoas dotadas de visão mais panorâmica. Como outras belezas, pertenço ao planeta terra e é a ele que devo servir e em Paz! É triste demais saber que o maior problema ambiental do Brasil é o desmatamento da Amazônia, o que leva a sermos o 4° País que mais libera gás carbônico na atmosfera, contribuindo para o Efeito Estufa. A elevação da temperatura global chegou rapidamente aos 0,7° Celsius e muitos falam em ADAPTAÇÃO. Se atingirmos 2° Celsius de elevação global, os corais serão os primeiros a entrarem em extinção juntamente com outros animais. É possível haver ADAPTAÇÃO com a PERDA da Amazônia? A resposta está em 50%. As possíveis manifestações de vida são imprecisas e imprevisíveis ainda.A tentativa é a de se aproximar cada vez mais ao que se chama "agir com inteligência aliada a sabedoria"
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